Maldita Abstinência de Propinol

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Por Giuliano Miotto, escritor, analista político e presidente do Instituto Liberdade e Justiça

Você quer entender qual o sentido de todo esse teatro armado pelos políticos em torno do vírus comunista?

Imagine um grupo de pessoas viciadas em algum tipo de droga pesada, no caso em questão, o terrível “extrato de Propinol”. Droga que deixou políticos do PT, PSDB, DEM, Progressistas e tantos outros embriagados e alucinados durante anos pelo poder.

Mas daí veio um homem sem dependência desta droga e venceu as eleições para o cargo mais importante da Nação. Num primeiro momento, a turba de viciados tentou desqualificar a vitória e a integridade deste homem, se juntaram nos bastidores para tentar derrubá-lo. Foram meses de artilharia pesada, tiro vindo de todos os lados.

Daí vieram os traficantes e seus marqueteiros da mídia mainstream e bateram, bateram e bateram neste homem, sempre com o objetivo de fazê-lo se calar, cair ou desistir de lutar, renunciando.

Não importa o que de bom ou de ruim ele fizesse, sempre era preciso desqualificar, dizer que ele não estava a altura do cargo, que era um oximoro ter um ditador eleito pelo povo na presidência, dentre outras coisas inomináveis.

Mas ele foi resistindo e, durante todo esse tempo boa parte do povo se manteve ao lado dele e se levantou quantas vezes se fizeram necessárias, para dar suporte e sinalizar que ele estava no caminho certo.

De repente, surgiu para os traficantes e viciados a oportunidade perfeita para saírem da grande crise de abstinência pela qual estavam passando: um vírus fabricado em laboratório Chinês e uma pandemia mundial.

E vieram as benesses do caos: Dispensa de licitações, créditos emergenciais, irresponsabilidade fiscal com aval do congresso, aquisição de materiais e construção de estruturas para combater o inimigo invisível, afrouxamento dos mecanismos de fiscalização, governadores decretando sigilo de contratos bilionários, outros comprando máscaras por valores acima do normal, mais contratos e muito extrato de propinol circulando de novo na praça.

Você consegue entender por que é necessário mantermos a quarentena e o estado de alerta total focado no vírus e em velinhas caminhando nas praças?

Eles ao menos têm uma desculpa para suas ações: a maldita abstinência de propinol. Afinal, quem vai ser tão duro em condenar um viciado em busca de alívio para sua dor insuportável?

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